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Enquanto dormimos o nosso organismo entra numa intensa
atividade bioquímica reparadora e restauradora, reduzindo os excessos e elevando
aquilo que está em carência, sejam nutrientes, toxinas, radicais livres, metais
pesados, mucosidades, etc.. Há também uma restauração do equilíbrio ácido-básico
e celular no campo das energias mais sutis, muito além apenas do metabolismo da
glicose, das proteínas, dos minerais, das vitaminas e das gorduras.
Isso significa que o momento do sono é exatamente aquele em que o corpo se
restaura. No campo nervoso, mental e emocional, há também equilíbrio e
normalização através da harmonização dos mediadores químicos cerebrais.
No campo energético sutil, recebemos importantes energias telúricas e magnéticas
da Terra (que penetram horizontalmente pela nossa cabeça), permitindo um
reequilíbrio das alterações que sofremos durante o dia, seja expostos à luz
artificial, às paredes de concreto e vergalhões (verdadeiras jaulas magnéticas
anômalas), calçando sapatos com sola de borracha que nos isolam da energia do
solo, seja envoltos pelas “latas de sardinha” metálicas que são os automóveis
ou ônibus, etc. etc.
Podemos afirmar que o momento do sono é de “cura”
espontânea, mas devemos ajudar o organismo, ampliando os efeitos desse momento
em direção a um tipo de “tratamento” das doenças e problemas de saúde atuais e a
prevenção de futuros. Neste pormenor, é fundamental entender, antes, que o modo
como dormimos, a postura, o tipo de colchão e travesseiros, além do ambiente do
aposento, têm profunda influência sobre a nossa saúde e no fenômeno natural de
restauração do organismo. Quero dizer com isso que podemos ser muito prejudicados
por colchões deformados, moles ou muito duros, travesseiros inadequados, etc.,
que, além de afetarem a nossa coluna - produzindo dores e alterações musculares,
articulares e ósseas – perturbam o processo de recuperação bioquímica e
energética do organismo. Recomenda-se assim que se evitem os colchões comuns e se
opte pelos produtos que contém magnetos e células de emissão de raios
infravermelhos de onda longa que, juntos (magnetos e células), formam um campo
quântico energético altamente reparador, conforme está cientificamente provado
por um grande número de pesquisas. O efeito ocorre efetivamente uma vez que todas
as funções do organismo são, em sua essência, biomagnéticas, onde cada célula,
desde a membrana até o seu núcleo, com o código genético gravado no DNA, tem um
campo biomagnético positivo e negativo; a divisão celular é também,
fundamentalmente, um fenômeno magnético. Desse modo, até mesmo a atividade
bioquímica do corpo é influenciada pelo campo magnético e infravermelho de onda
longa, desde o metabolismo das proteínas, carboidratos, lipídios, minerais e
microminerais. A exposição do corpo a um campo magnético estável, por exemplo,
principalmente durante o sono, equilibra o pH sanguíneo (equilíbrio ácido básico).
Pesquisas na Inglaterra mostraram que quando o sangue é submetido à ação de campos
magnéticos estáveis, tem aumentada a capacidade de transportar mais oxigênio e
nutrientes para as células, permitindo assim maior quantidade de energia nos
tecidos e órgãos que, obviamente, tornam-se mais saudáveis, pois funcionam melhor.
Ainda na Inglaterra, cientistas dos Laboratórios Oelawarr que trabalharam com um
campo eletromagnético produzido por um solenóide, observaram os seguintes efeitos
no sangue de pacientes humanos:
- Redução dos níveis de colesterol - Menor número de glóbulos brancos - Aumento na secreção dos hormônios corticais. - Coagulação mais rápida - Diminuição da pressão sangüínea (de 140/90 mm Hg antes do tratamento para 125/80 mm Hg depois de três semanas de tratamento.
Também o campo gerado pelas células infravermelhas de onda longa tem ação
nitidamente antiinflamatória, redutora de radicais livres, protetora do DNA
do núcleo e da membrana celular, reduzindo a peroxidação lipídica, entre
outras ações. Ambos os campos, além de ajudar o organismo a se recuperar
bioquimicamente dos nossos excessos e abusos do dia, trabalham no ajuste
energético (telúrico-magnético) mais sutil, promovendo a harmonização da
nossa polaridade corporal. Se esses artefatos estiverem presentes também
nos travesseiros e, tantos estes, quanto os colchões estiveram anatômica e
individualmente corretos, haverá um maior efeito terapêutico. Muitas pessoas
se enganam e acabam com problemas de coluna, dores e processos degenerativos,
por usarem colchões irregulares, deformados, mesmo os anatômicos muito duros
e padronizados, que formam áreas de tensão e má vascularização durante o
sono, além, é claro dos agravantes para a coluna e sistema nervoso.
É possível então melhorarmos sobremaneira a nossa saúde e eliminarmos – ou
evitarmos - muitos males, tais como reumatismos, bursite, dores
generalizadas, má circulação, formigamentos, dores de cabeça, enxaquecas,
dores cervicais, indisposição, insônia, má digestão, normalização da
pressão arterial, etc., além de outros problemas mais modernamente
constatados com esses recursos, como a fibromialgia, a maioria das doenças
degenerativas, o câncer, a obesidade, os derrames cerebrais, o diabetes e
os distúrbios do sistema imunológico, além da depressão e da ansiedade.
É saber usar a hora de dormir para termos uma saúde melhor. Se aliarmos
estes recursos à atividade física, a uma alimentação saudável, não
industrializada e mais natural integral e orgânica, certamente eliminaremos
e preveniremos as enfermidades, das mais simples às mais graves.
Atualmente o conceito de que devemos usar apenas drogas para combater as
doenças está sofrendo sérias críticas, pois essa posição não está mudando
o quadro patológico mundial, inclusive porque surgem novas doenças
degenerativas a cada instante, enquanto que as existentes não são
eliminadas. Precisamos lançar mão de recursos capazes de realmente promover
saúde e nesse rol estão os alimentos funcionais, os suplementos, os
fitoterápicos, os recursos medicinais de contato, como os aparatos
magnéticos e com o notável infravermelho de onda longa, além da água
exposta a campos magnéticos e similares.
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